O Presidente do segundo partido da oposição DAVIZ MBEPO SIMANGO em estado grave

O Presidente do segundo partido da oposição DAVIZ MBEPO SIMANGO em estado grave

 


ÚLTIMA HORA !

Acaba de ser admitido no hospital de Netcare Milpark Hospital em Rundburg ,13km distantate da cidade de Johannesburg, o presidente do conselho Municipal da Cidade da Beira e o Representante da MDM Daviz MBEPO SIMANGO,na madrugada de hoje!!! 

Portanto: Falou-se de paralisia nesta manhã de hojê,mas as nossas fontes não tiveram nenhum acesso de buscar as informações ricas da sua admição...porque o hospital em que se encotra o respresentante é privado, por isso não é facil....

Mas informações: Esteja ligado aqui no Zambeze News em parceria com a página do facebook Moz Em Acção 

RENAMO diz que recolher obrigatório é "totalmente inconstitucional"

RENAMO diz que recolher obrigatório é "totalmente inconstitucional"


 A Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO) considera que o recolher obrigatório na área metropolitana de Maputo viola o direito à livre circulação. O maior partido da oposição propõe algumas soluções.


Segundo a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), o recolher obrigatório é "totalmente inconstitucional" por estar a limitar direitos fundamentais como a livre circulação de pessoas.


As novas restrições, que vigoram desde a passada sexta-feira (05.02), foram anunciadas pelo Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, depois do aumento de novos casos de Covid-19 no país.


Em entrevista à DW África, Ivan Mazanga, porta-voz do principal partido da oposição na cidade de Maputo, critica a "atuação excessiva" da polícia e as "detenções ilegais" que têm acontecido durante o recolher obrigatório, que também "está à margem" da realidade dos transportes.


DW África: Como é que a RENAMO avalia a política de prevenção da Covid-19 que está em curso em Moçambique? São medidas adequadas à realidade do país?


Ivan Mazanga (IM): O recolher obrigatório é uma medida totalmente inconstitucional, porque a limitação daquilo que são os direitos fundamentais, como a livre circulação de pessoas, só pode ocorrer dentro dos desígnios constitucionais. Não pode ser limitada a circulação das pessoas com base num decreto presidencial como este.


DW África: Tem havido casos de excesso de violência policial. Como é que a RENAMO vê a atuação da polícia durante o recolher obrigatório?


IM: De facto, temos uma polícia que nos tem habituado a atuações excessivas e ilegais. Não é a primeira vez. Já tínhamos acompanhado no decreto anterior [casos] em que a polícia foi recolher ilegalmente os produtos dos comerciantes que vendiam nas suas barracas. Agora não é diferente. As pessoas estão a ser espancadas e detidas ilegalmente. O decreto não fala em detenção. Nesses casos, tem de haver um julgamento sumário a partir do momento em que a pessoa for encontrada fora do recolher obrigatório. Estamos a meter as pessoas dentro das celas e é lá que elas correm o risco de contrair o vírus ou de transferi-lo para outras pessoas.


A questão do recolher obrigatório está totalmente à margem daquilo que é a realidade de Moçambique. No que toca aos transportes, não existe nenhuma capacidade prática dentro da Região Metropolitana de Maputo de fazer o transporte de pessoas para que possam estar nas suas casas e residências até às 21h00.


DW África: O problema crónico dos transportes públicos em Maputo torna a medida do recolher obrigatório impraticável?


IM: É totalmente caótico. É impossível. Mesmo em momentos normais em que não há esta obrigatoriedade de se chegar a casa antes das 21h00 já é um total caos. Acaba por se criar um engarrafamento fora de série que impede as pessoas de chegarem a casa a horas. Nós estamos perante uma medida impraticável. O que o Presidente do Conselho Municipal de Maputo [Eneas Comiche] falou no seu anúncio é uma total aberração, porque disse que os transportes devem circular na sua última rota a partir das 20h10. É totalmente impossível.


DW África: O que é que a RENAMO faria de diferente? Qual é a solução para a atual situação em Moçambique?


IM: A pandemia está a alastrar e, se for para manter o recolher obrigatório, existe a necessidade de um espaço para que as pessoas possam ser transportadas. Tem de haver condições para que os transportes funcionem de forma eficiente e eficaz. Existe a necessidade do incentivo da população dentro daquilo que é o dinheiro que o Governo recebeu no âmbito da Covid-19. São mais de 400 milhões de dólares [cerca de 329 milhões de euros] que não sabemos onde foram aplicados.


Nós, como RENAMO, aplicaríamos o valor que foi atribuído ao Governo para solucionar os problemas da população, que passam por uma pobreza profunda, um sistema de transportes inoperacional e por um sistema de saúde caótico. Nunca existiu dentro deste Governo uma [solução] sistémica para poder fornecer o necessário para os moçambicanos saírem da situação de pobreza em que se encontram.

Moçambique só vai receber a vacina contra COVID-19 nas semanas próximas.

Moçambique só vai receber a vacina contra COVID-19 nas semanas próximas.


Por muito tempo esperado esta vacina contra a COVID-19, em todo mundo, inclusive África, particularmente em Moçambique, se avançou hoje que só  A partir das próximas semanas, Moçambique poderá começar a receber vacinas contra a Covid-19 dos países da União Europeia (UE), de acordo com a RM.


Neste momento os países da União Europeia estão a finalizar as negociações com a fabricante Covax para a canalização de vacinas a Moçambique.
O embaixador da França em Moçambique, David Izzo, precisou que a União Europeia entende que a Covid-19 é uma pandemia global, daí que de nada valerá deixar países sem o acesso as vacinas.
“É uma responsabilidade global dos nossos governos, de Moçambique, da Alemanha, da França e da União Europeia de se comprometer com a necessidade da vacinação de todas as populações frágeis do mundo. É um compromisso, mas infelizmente necessitamos paciência, porque todo o planeta quer as mesmas vacinas para lutar contra a mesma pandemia. Então, estamos juntos nesse barco”, disse.
O Diplomata francês falava ontem em Maputo após ter sido recebido em audiência pela Presidente da Assembleia da República, Esperança Bias
Terrorismo em Cabo Delgado: Papa transfere bispo de Pemba para diocese brasileira

Terrorismo em Cabo Delgado: Papa transfere bispo de Pemba para diocese brasileira

O Papa transferiu o bispo de Pemba, D. Luiz Fernando Lisboa, para a diocese brasileira de Cachoeiro de Itapemirim, concedendo-lhe ainda o título honorífico pessoal de arcebispo. O anúncio foi feito hoje em comunicado, pela sala de imprensa da Santa Sé.

 

O missionário brasileiro, natural do Rio de Janeiro, de 65 anos de idade, é membro da congregação dos Passionistas, onde se formou, tendo sido enviado para Moçambique em 2001. O Papa Francisco nomeou-o bispo de Pemba a 12 de junho de 2013.


D.Luiz Fernando Lisboa destacou-se, nos últimos anos, na defesa das populações da província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, alvo da violência de grupos que se declaram ligados ao Estado Islâmico.


O bispo esteve com o Papa no último dia 18 de dezembro, no Vaticano, antes de seguir para o Brasil, por motivos de saúde. A Diocese de Cachoeiro, no Estado do Espírito Santo, leste do Brasil, encontrava-se vacante desde 7 de novembro de 2018. A Conferência Nacional de Bispos do Brasil reagiu a esta nomeação com uma nota divulgada online.

 

“Enaltecemos a sua presença missionária como bispo em Pemba, diocese situada numa região marcada pela guerra que já causou a morte de mais de 2 mil pessoas e mais de 500 mil deslocamentos. Especialmente em Cabo Delgado, alvo constante de ataques. Destacamos também a sua contribuição à Conferência Episcopal de Moçambique, servindo-a como secretário-geral e coordenador do Departamento Social”, refere a CNBB ao novo arcebispo.


Por sua vez, a Conferência Episcopal de Moçambique disse, também em comunicado de imprensa, estar agradecida ao Papa “por nos ter dado (…) este grande missionário do Brasil como Bispo da nossa querida Diocese de Pemba”.


“Queremos também agradecer a Sua Excelência Reverendíssima Dom Luiz Fernando Lisboa pelo abnegado trabalho pastoral realizado entre nós (…), mesmo em tempos e situações tão difíceis”, afirmou a Conferência Episcopal de Moçambique.

Referir que para o lugar de Dom Luiz Fernando Lisboa, o Papa Francisco nomeou o Dom António Juliasse Ferreira Sadramo, actual Bispo Auxiliar de Maputo. (agencia.ecclesia.pt & Carta)